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Irmã Maria Benigna Consolata foi a primeira diretora do Colégio da Imaculada Conceição de Rio Novo. Chegou a Rio Novo em 1924 e ali permaneceu ao longo de duas décadas, apenas com uma breve interrupção para cuidados de saúde em 1928, tempo ao qual já nos referimos anteriormente.

A presença das Servas de Maria na Diocese de Juiz de Fora foi pouco significativa pelo fato da jovem Congregação ter a sua casa-mãe no Rio de Janeiro, e estarem vinculadas como Congregação diocesana ao bispo de Caratinga, que lhes dera o Estatuto jurídico eclesial.

A atitude desprendida demonstrada pelas religiosas Servas de Maria diante dos fatos que iam se sucedendo, na medida em que as necessidades de cada nova fundação pareciam estar preenchidas pela sua presença ativa e inteligente, não desanimou aquelas que se dedicavam inteiramente à missão que as interpelava.

A primeira delas era a de aumentar o número de internas pensionistas como fonte de renda e serviço às famílias daquela região, pois não faltavam outros colégios concorrentes por perto. A segunda delas estava ligada à solicitação de uma ajuda da Prefeitura de Carangola. A própria irmã Gertrudes foi falar com o presidente da Câmara, encontro que a deixou deste jeito: “Com a resposta, as nossas esperanças destelado estão desiludidas”. Mas, quatro anos depois, recebeu uma quantia que tornou a animá-la.

Depois de quatro anos de abertura e funcionamento do Colégio, as suas obras haviam avançado pouca coisa. Irmã Gertrudes foi uma das diretoras que, com D. Carloto, com quem conversava bastante sobre a questão, encontrou muito apoio e orientação. O Colégio passava a chamar-se então Colégio Regina Pacis.